CORES, SABORES E SABERES TRADICIONAIS PORTUGUESES

Azeites e azeitonas, carnes de bovino, de caprino, de ovino e de suíno, frutas frescas, secas e secadas, méis, enchidos e ensacados, presuntos, queijos e requeijões, bolos, doces e pães, bordados, tapeçarias e rendas, colchas e tecidos, cerâmicas e barros, madeiras e pedras, ferros forjados, cestos, cobres, latões e tantos mais, em comum todos têm direito a usar um nome próprio, que os qualifica e comprova a sua origem, reputação, genuinidade, tradicionalidade ou modo de produção particular.

Doces, picantes, sumarentos, frescos, amanteigados, suculentos, fumados, amargos, carnudos, picantes, acres, acídulos, dulcíssimos, frescos, tenros, fundentes, macios, pungentes, aromáticos, suaves, gritantes, proporcionados, estilizados, rudes, naturais, acetinados, sedosos, acolchoados, rústicos... é todo um mundo de adjectivos para qualificar cores, sabores e saberes tradicionais, modos de produção ancestrais, genuínos, respeitadores de ambientes, terras e homens...

Com Denominações de Origem ou com Indicações Geográficas Protegidas, com Tradicionalidades Garantidas ou com simples reputação adquirida, os produtos que encontra neste site são os primeiros exemplos de todo um conjunto de outros produtos tradicionais portugueses que compõem a paleta dos sabores e das cores tradicionais, reconhecidos quer pelos consumidores habituais, quer por tantos outros que, pouco a pouco, os vão descobrindo, apreciando e valorizando.

Ana Soeiro
Secretária-Geral da QUALIFICA
Março de 2009